Todo início de ciclo vem acompanhado de planners novos, listas impecáveis e cronogramas cheios de cores. À primeira vista, parece que agora vai. Mas, passadas algumas semanas, a realidade se impõe: o planejamento continua lindo — e a execução, inexistente.
No estudo jurídico, isso é mais comum do que se imagina. Muitos confundem organização com avanço real. Montar listas, baixar materiais e estruturar horários dá uma sensação imediata de produtividade, mas não substitui o essencial: sentar, estudar e revisar de forma consistente.
A aprovação não nasce do planejamento perfeito, mas da execução possível. Melhor um plano simples, seguido todos os dias, do que um cronograma ideal que nunca sai do papel. O estudo jurídico exige repetição, enfrentamento do desconforto e constância — não estética.
Se o seu planejamento não prevê margens para cansaço, imprevistos e dias ruins, ele não é estratégico, é ilusório. Ajustar, simplificar e executar é o que transforma listas em resultado.
Planejar é importante. Executar é indispensável.
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